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Terça-Feira, 07 de Janeiro de 2020

EXPECTATIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA PARA 2020

          O crescimento projetado em todo início de ano vem decepcionando, mas existe uma expectativa grande para 2020 em relação à retomada,a redução da selic com afrouxamento dos juros, as vendas do varejo e consumo na Black friday e Natal, são antecipações e sinais de otimismo que a economia local começa a se recuperar. O PIB do terceiro trimestre superou as expectativas e revelou que vários setores performaram bem, especialmente a agricultura, mineração e construção civil, associados a dados positivos de importações de bens e capital.

           A dinâmica de cortar juros, que não acontecia desde o início do plano real, reflete a interação da política monetária e fiscal do Banco Central para conter os gastos e controlar a inflação.Esse mix de Juros baixos, inflação controlada, política fiscal no freio sem aumentar gastos e política monetária reduzindo a selic é mais saudável.Com isso projeta-se que a economia está pegando dinamismo e fechará o ano mais forte,com uma selic de 4,50% e o PIB em 1,10% com projeção de 2,24% para 2020.

           Para que este cenário ocorra será necessário que o acordo comercial entre EUA e China aconteça. Proporcionando um ambiente favorável de negócios dada a situação do dólar no mundo todo.

           Alguns fundamentos para o retorno da economia serão necessários para que as reformas previstas como a tributária e administrativa tenham mudanças profundas, que as contas públicas sejam controladas, que o desemprego diminua, que a produtividade estagnada melhore com o processo tecnológico e que o índice da confiança empresarial tenha desempenho positivo.

           Uma vez retomada a economia os juros devem seguir baixos como regra, parecido com outras economias menos direcionadas e com menos subsídios, mais crédito, mais competição, mais investimentos para um crescimento sustentado para chancelar a recuperação da economia.

          Entendo que a alavancagem operacional das empresas está condicionada à continuidade da baixa dos juros, da inflação moderada, das medidas de ajuste das finanças públicas e do dólar mais comportado com uma taxa média anual de 4,05 BRL (Reais).

 
“ This time is differ ” (Desta vez é diferente).

 
Atte.

Economista,Milton Biazus

Registro Profissional no: 3.816 Corecon/RS.

celular (54) 991073477

@miltonbiazus

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